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Posts Tagged ‘Versos’

ADRIANA Simplesmente

Amável estonteande glamorosa
Divina, altiva menina dengosa
Radiante em seu semblante
Incrível em seu sublime ser
Adorável, criatura brilnhate
Nada a detém charmosa envolvente
Ama a vida, seu sol o vento pujante.

Adriana Simplesmente

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Seus Olhos…

No brilho do Bronze Trigueiros

Lindos como o anoitecer

Brilhantes, atentos alvissareiros

Como o mais belo amanhecer

**

Se um por si só fala

Nos dois chegamos à alma

E neles sempre encantados

Por cantos quiçá largados

O melhor de ti se encontra

Aí em ambos os lados

**

Seus olhos, Luz atenção

A veste de linda Alma

Espelho que com atenção

Abre caminhos então

E na serenidade calma

Levam-nos ao Coração.

***

Apenas Seus lindos…

e complexos Olhos…

Um Ano de Flores…Porque não?

Há muito, nem mais me lembro
Quando foi que da última vez
Apenas por desfaçatez
Alguma rosa ganhei
Vinda seja lá de quem.


Estas palavras ouvi
De um encantado ser
Um dia, que por ironia
Algumas Rosas que via,
Lembrei que Ela merecia.


É um ser encantador, menina
Mãe, Doutora, mas à deriva,
E assim em minha rotina incluía.
As Rosas com que ela, semanas
Sem conta a escrivaninha enfeitaria.


Nunca nenhuma entrega
Foi esquecida ou relegada
E daquela boca sagrada
Ou de seus delicados dedinhos
Sempre por ela veio, o Obrigada.


…São Lindas.

E assim nesta rotina…
2008 viveu, além um pouco talvez
Sem que as flores na escrivaninha
Jamais faltassem ou em vez,
Não murchariam na sua pequenez.


2009 Maio o Obrigada,
Veio de forma leve
Desajeitada, quase obrigada
De onde se depreendia
Flores eu mais não queria.



Assim, um dia, alguém que para mim merecia
Aprendia e me dizia, que mais flores ela não queria.

INCOMPREENSÃO (De Anjo sem fronteiras)

De Janeiro a Janeiro
de quatro a quatro
com um ano de permeio
quem imaginar podia
que assim um belo dia
depois de tudo o que dito e feito foi
de muito carinho a Amor inteiro
não restasse nem mesmo o dizer
porque, não quero mais te ver.

Das diuturnas conversas
dos setecentos despertar
dos bom dia com seu manjar
sem do aconchego se livrar
de repente assim, a esvoaçar
por intrigas e mentiras
que sem a oportunidade de esboçar
sequer defesa,
mesmo vendo em seu olhar
que à verdade estava a faltar.
Adeus, a culpa é sua
saia e nunca mais volte
nem mesmo à minha rua.

Compreender o humano,
não é fácil nem comum
aceitar quando se Ama
é obrigação e que nenhum
jamais disso duvide
hoje ou em dia algum.
Assim o Anjo sem fronteira
triste, cabisbaixo mas amando
para o mundo e sem mando
vai e por lá andando
sempre estará esperando
A Musa de quem tento gosta
ainda que mais não seja
para uma real resposta.

Beijo…Ao Meu eterno Anjo….

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Vestida de Rede

De redes ou rendas
Assim nua, não estarás
E se estiveras quiçá
Que mal nisso trarás

Ao mundo assim vieste
Nua linda e graciosa
Aqui inventaram as vestes
Use-as de forma dengosa.

De rede ou de rendas
Do Amanhecer ou anoitecer
Tua graça ninguém tira
E nua não estarás hó! Ser.

Linda, nem nua nem vestida
Charmosa, Mulher Garbosa
Singela, Amada gazela
Usa-as e não dá prosa.

Redes que linda me fizeste
Hó Deus onde estão minhas vestes
Nas rendas Ao mundo vieste
Com rendas no mundo viveste.

Categorias:Amizade, Poesia, Quietude Tags:,

Vestida de Nada

Linda Sonhadora
Altiva, lá de cima cativa.
Elegante em seu Ser
Sublime no seu vestir
**
Alada, sorridente
Vestida de nada
Desnuda coberta
Da mais bela nata
**
Diva, atenciosa
Estrela, Bella, manhosa
Carente, elegante, espantosa
Antagônica, dengosa
**
Do negro ao branco
Do azul ao celestial
Só você Musa
Rainha magistral
**
De noite vestida
Teu manto é o Céu
De dia colorida
Com cambraias em véu.
**
Assim musa
Vestida te encontro
E sem nada por baixo
Sempre no Céu te encaixo.