Um Ano de Flores…Porque não?

Há muito, nem mais me lembro
Quando foi que da última vez
Apenas por desfaçatez
Alguma rosa ganhei
Vinda seja lá de quem.


Estas palavras ouvi
De um encantado ser
Um dia, que por ironia
Algumas Rosas que via,
Lembrei que Ela merecia.


É um ser encantador, menina
Mãe, Doutora, mas à deriva,
E assim em minha rotina incluía.
As Rosas com que ela, semanas
Sem conta a escrivaninha enfeitaria.


Nunca nenhuma entrega
Foi esquecida ou relegada
E daquela boca sagrada
Ou de seus delicados dedinhos
Sempre por ela veio, o Obrigada.


…São Lindas.

E assim nesta rotina…
2008 viveu, além um pouco talvez
Sem que as flores na escrivaninha
Jamais faltassem ou em vez,
Não murchariam na sua pequenez.


2009 Maio o Obrigada,
Veio de forma leve
Desajeitada, quase obrigada
De onde se depreendia
Flores eu mais não queria.



Assim, um dia, alguém que para mim merecia
Aprendia e me dizia, que mais flores ela não queria.
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INCOMPREENSÃO (De Anjo sem fronteiras)

De Janeiro a Janeiro
de quatro a quatro
com um ano de permeio
quem imaginar podia
que assim um belo dia
depois de tudo o que dito e feito foi
de muito carinho a Amor inteiro
não restasse nem mesmo o dizer
porque, não quero mais te ver.

Das diuturnas conversas
dos setecentos despertar
dos bom dia com seu manjar
sem do aconchego se livrar
de repente assim, a esvoaçar
por intrigas e mentiras
que sem a oportunidade de esboçar
sequer defesa,
mesmo vendo em seu olhar
que à verdade estava a faltar.
Adeus, a culpa é sua
saia e nunca mais volte
nem mesmo à minha rua.

Compreender o humano,
não é fácil nem comum
aceitar quando se Ama
é obrigação e que nenhum
jamais disso duvide
hoje ou em dia algum.
Assim o Anjo sem fronteira
triste, cabisbaixo mas amando
para o mundo e sem mando
vai e por lá andando
sempre estará esperando
A Musa de quem tento gosta
ainda que mais não seja
para uma real resposta.

Beijo…Ao Meu eterno Anjo….

Apenas Caroline

Com muito Amor e Carinho

Assim cultivo por ti.
Rosto lindo trigueirinho
Olho Azul, quase marinho
Lume de paixão que em Amor
Ilumina meus caminhos
Neste mundo de desamores
Entre vocês Meus Amores.

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AMAR SIM

Amar, por que amar?
Para sentir, Viver
Com tudo se emocionar
E assim Crescer.

Para entender, aceitar
Compreender, ajudar
Estar perto se longe
Longe sem de perto “abalar”

Para proteger, erguer
Fortalecer, admirar
Querer bem, ouvir
Estar atento escutar

É Bom Amar
Se Doar, Sentir
Apreciar, ver crescer
Mesmo no limiar

Nada melhor na vida
Que o prazer de Amar
Amar é viver
Viver e sempre Amar.

Sim Eu Amo. !!!

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CAROLINE AOS 31

Pode ou não ler – Clicando na Imagem. Se preferir está aqui.

Assim em mais alguns dias
Terás a certeza tardia
Que os trinta nada mais eram
Que um simples passar de dias
Hoje é seu Aniversário

Não fora por teres crescido,
E Mais mulher te tornado
Consciente, Linda, Cautelosa
Sempre essa Mãe zelosa,
E nesse encanto trazeres
Com eles sorrires a Crescer

Viu…foi simples…
Um dia após o outro
e de repente, por pouco
todos eles se passaram
e ao por ti escalarem
Muito de bom deixaram

Comecei cedo demais
Assim ao tempo me dais
Alegria de ter te acompanhado
por tantos dias a Mais
para que enfim contigo
O trigésimo primeiro ver Surgindo.

Para que o trigésimo primeiro
Seja Melhor, mais inteiro
Os outros todos passaste
E como Musa festejaste
Aos dias em que ganhaste
Mais pujança e Majestade

Que fazes com tanta Beldade
Que o Senhor te dará
Por esta tenrra idade
E muitos outros farás
E assim ao primeiro centenário
Linda e ereta chegarás.

Sempre desejo às pessoas que
Vivam tantos quantos possam viver
Bem Vividos.

PARABÉNS pelos seus 31 e Obrigado,
afinal aturaste-me um ano inteiro rsrs

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Um mini conto, Por: Caroline Schneider.

Ela e toda sua essência deixavam-se cair sobre seu colo. Naquele momento, não se importaria se todos os pássaros deitassem em revoada e a carregassem ao céu… A morte, não faria o mínimo sentido.

Ninguém consegue viver com tanto veneno… a verdade liberta… o frio seduz apenas os libertinos…

Pensava que nos arredores de suas imagens fractais, apenas um ser conseguira aproximar-se da verdade de suas horas mais inóspitas. E era dele o colo no qual realmente conseguia descansar suas máscaras.

Genuinamente, pensara, não há coração sem razão a lhe oferecer paz. E neste momento ela chorou.

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